domingo, 16 de junho de 2013

Amor aos animais

Este vídeo foi um grande aprendizado vindo de uma criança que não quer comer animais e explica o porquê. Apesar de não ser vegetariana ou Vegana, respeito e amo os animais. Então fica minha singela homenagem a eles.





  

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Respeito



Uma das primícias deste blog é justamente promover o amor e o respeito com a vida e todas as suas formas de manifestação. Não estou aqui para julgar ninguém, quero apenas fazer um convite à reflexão.

No entanto, é lastimável qualquer forma de agressão, seja física ou verbal, em especial quando se está defendendo uma causa justa ou nobre. É como se perde-se neste momento a razão pela qual está lutando. 

Em tantos outros posts eu comentei sobre o perigo que se tem dos dominados agirem como seus repressores, quando lhes é dado a oportunidade. De alimentar o ódio dentro de si quando se sentir rejeitado ou excluído.  Do viver no exílio social, o fazer acreditar que somente seu modo de vida é o único para ser feliz e que todos os outros estão errados. Do desprezo e da raiva recebidos o fazerem acreditar que são os únicos corretos, e que qualquer ato é justificado por se encontrarem em uma minoria, e assim todos encontram-se obrigados a aceitá-los

Só que o problema não é a aceitação, por mais que este o doa, mas sim o respeito.

Hoje, um grupo de ativistas do grupo FEMEN jogou água no acerbispo de Mechelen, em Bruxelas, Andre Joseph Leonard. Em outros episódios ele também foi atacado com tortas na cara. O mesmo que reconheceu os erros do passado da Igreja e que declarou apoio às vítimas e punições aos casos de pedofilias que envolvem à Igreja

Infelizmente, assim como tantos outros, o acerbispo possui ideias conservadoras, e ao fazer declarações em seu livro associando a Aids e relações homossexuais levantou polêmica, o mesmo feito pelo pastor Silas Malafaia recentemente. Até transcrevo um dos comentários que li em um blog a respeito, que acho válido para pensar:
"...
O que assusta tanto estas "autoridades religiosas"? O que os leva a semear ódio e discordia contra pessoas que nada fizeram contra eles?
Será que estas "autoridades" irresponsáveis não sabem que alimentam mentes doentes que matam jovens nas ruas somente por sua sexualidade?
O que leva padres e pastores a lutarem diariamente contra gays e lésbicas?
Que tipo de religião condena pessoas pela prática do amor?
Ficam as perguntas... Vamos construir as respostas!    ..."

Apesar de não entender estas formas de limitar e subjugar o ser humano temos que entender que o problema não é se manifestar publicamente que não aceita as relações homoafetivas para suas vidas, e que preferem acreditar que podem "curá-las" deste mal. É a forma que pensam, que acreditam. Elas possuem este direito de pensar. Recentemente fiquei muito triste ao ver uma pessoa muito próxima a mim, estudada, não adepta ativamente a alguma religião, manifestar total aversão ao universo gay. Fiquei triste, inconformada, mas é o seu jeito de pensar, então tenho que respeitar. Inclusive, muito me surpreendi com o vídeo do pastor Silas Malafaia sobre a liberdade de expressão, com o qual concordei, apesar de não achá-lo adequado para liderar a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), um cargo que necessita de uma pessoa mais aberta ao ser humano como ele é, sem qualquer interferência ideológica.

As pessoas podem expressar suas opiniões, a liberdade lhes é garantida. Mas este direito resguardado não os isentam das sementes que germinarão. É necessário ter cuidado para não semearem ódio, intolerância e repugnância. 

Assim, como tantas outras vezes disse neste espaço, a intolerância é inaceitável, seja qual for o objeto de ódio: raça, time, sexo, preferência sexual, religião, entre tantos outros.

No entanto, há um limiar importante em qual papel eu me encontro e exerço. Se sou o subjugado, se sou a minoria, tenho que tomar cuidado para não inverter o papel deste ciclo de ódio, para não desencadear esta violência que se vê retratada nestas tristes manifestações. Se sou a maioria, tenho que ter maior compaixão com o outro, sem qualquer julgamento, evitando criar abismos nas relações e não fomentar o desprezo. 

Não há uma forma única de se viver, de amar, de acreditar. Viva as relações plurais, e o crescimento que é acrescentado com elas!

Todos nós temos o direito de sermos quem queremos ser. No entanto, não temos que impor nosso modo de vida. Apenas devemos buscar o respeito pela vida e suas formas plurais!

sábado, 13 de abril de 2013

The light that died in my arms


A luz que morreu nos meus braços....

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Justiça



Gostaria de fazer uma postagem em prol da justiça no Brasil, algo que pode até parecer demagogo, mas importante enfatizar.

O nosso atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é um exemplo de pessoa com ética e coragem para defender a justiça, indiferente dos "jogos políticos" ou interesses individuais. 

Hoje mais uma vez vi uma atitude de enfrentamento corajoso deste homem ao questionar a criação de novos TRF's que aumentarão em bilhões os gastos dos cofres públicos, aumentando ainda mais o inchaço de servidores nos tribunais já existentes, a partir de emendas constitucionais aprovadas pelo senado e câmara. 

Fico profundamente triste, quando vejo pessoas tentando desmerecer quem está tentando fazer algo, como se isso deixasse a consciência destas mentes "menos culpadas" por estes "heróis" serem "humanos" também. Quem não o é? Quem não erra também? Estas pessoas são oportunistas e ao invés de propagarem o "bem" ficam buscando defeitos em que está tentando fazer para divulgarem, como o episódio do jornalista ofendido. Isto me lembra aqueles que se dizem "profissionais" e ficam perseguindo uma matéria a qualquer preço e acusam famosos por serem grosseiros depois de incansáveis perseguições e inconveniências.

Que não sejamos ingênuos a desejarmos heróis e exemplos imaculados, somos todos humanos, sujeitos à limitações e falhas, mas são nossos atos e escolhas diárias que nos definem.

Que nosso ministro consiga continuar exercendo seu cargo com esta força e discernimento. Que mais pessoas se espelhem em suas atitudes e reaprendam o verdadeiro sentido de "justiça", tão esquecido em nosso país e no mundo. 

Um ode à justiça! Paz, justiça e bem!

sábado, 6 de abril de 2013

Girl On Fire (Alicia Keys)




She's just a girl, and she's on fire

Hotter than a fantasy
Lonely like a highway
She's living in a world, and it's on fire
Feeling the catastrophe, but she knows she can fly away

Oh, she got both feet on the ground
And she's burning it down
Oh, she got her head in the clouds
And she's not backing down

This girl is on fire
This girl is on fire
She's walking on fire
This girl is on fire

Looks like a girl, but she's a flame
So bright, she can burn your eyes
Better look the other way
You can try but you'll never forget her name
She's on top of the world
Hottest of the hottest girls say

Oh, we got our feet on the ground
And we're burning it down
Oh, got our head in the clouds
And we're not coming down

This girl is on fire
This girl is on fire
She's walking on fire
This girl is on fire

Everybody stands, as she goes by
Cause they can see the flame that's in her eyes
Watch her when she's lighting up the night
Nobody knows that she's a lonely girl
And it's a lonely world
But she gon' let it burn, baby, burn, baby

This girl is on fire
This girl is on fire
She's walking on fire
This girl is on fire

Oh, oh, oh...

She's just a girl, and she's on fire


Link: http://www.vagalume.com.br/alicia-keys/girl-on-fire-traducao.html#ixzz2Pjg1Ivo1

segunda-feira, 25 de março de 2013

Solidariedade X Corrupção



No dia 19/03 assisti uma reportagem muito boa no CQC, um programa que gosto muito e que há tempos não via, e achei importantíssima levantar este tema aqui e postar o vídeo

Em momento de caos, de catástrofes, de situações de extrema dificuldade e escassez como podemos ficar alheios? Como podemos no meio a tanta desgraça e tristeza não nos solidarizarmos, não intervirmos?

A seca do nordeste do país, como no sertão da Paraíba, do norte de Minas Gerais, como o Vale do Jequitinhonha, assim como tantas outras regiões, são realidades diárias de pessoas que tem que conviver com o pouco de água que conseguem e valorizam cada gota.

Ao receber o email com uma apresentação de uma entrevista que relatava a história de Moussa Ag Assarid, um nômade Tuaregs, ao norte de Mali, no Deserto do Saara, conhecidos como homens azuis, que hoje estuda na Universidade de Montpellier, dizia que a vida no deserto consiste em buscar fontes de água, e que ao ver a primeira torneira na vida, sentiu vontade de chorar. A entrevista feita por Victor-M. Amela, e editado por © JMascaró 2009 possui trechos que nos levam a reflexão: “Ali cada pequena coisa te proporciona felicidade. Cada toque é valorizado. Sentimos uma enorme alegria pelo simples fato de nos tocarmos e estarmos juntos. Ali ninguém sonha com chegar a ser, porque cada um já o é!“. “Lá nós olhamos as estrelas todas as noites e cada estrela é diferente das outras como cada cabra é diferente. Aqui, à noite, você olha para TV”. “Vocês tem tudo, mas não acham suficiente. Vocês se queixam. Na França passam a vida reclamando! Aprisionam-se pelo resto da vida à uma dívida bancária, num desejo de possuir tudo rapidamente ... No deserto não há congestionamentos e você sabe por quê? Porque lá ninguém quer ultrapassar ninguém!”  “Aqui vocês tem relógio, lá temos tempo.”

Contrapondo, há as inundações e deslizamentos que também atingem tantas cidades, trazendo as mais perdas e desesperos, sem contar tantas outras mazelas que envolvem nosso país.

Só que o Brasil não é o único a passar por estes problemas. Então, qual é o problema? O problema é COMO buscamos agimos na PREVENÇÃO e SOLUÇÃO destes eventos.

As marcas do terremoto do Haiti de 2010 ainda estão presentes no país devastado e que necessita da ajuda externa para reconstruir e ainda está longe de se resolver, como mostrar a reportagem da Veja de 2011 e da  Globo em 2012. 

No entanto, temos exemplos dos EUA que mesmo com a tempestade Sandy (2012) e o furacão Katrina (2005) demonstraram a capacidade de unir a população e o poder público em prol da reconstrução, com poucas exceções de relatos de problemas. Assim como tsunami que devastou o Japão em 2011, viu em pouco tempo sua população retomar à normalidade com a aplicação eficiente dos recursos do país.

Se é possível nos mobilizarmos, nos unirmos, porque não o fazemos? Pior, porque tentamos tirar vantagem de quem está numa situação crítica?

Senti náuseas quando vi uma denúncia de pessoas que furtavam doações recebidas para a população atingida pelas enchentes em Santa Catarina, em 2008. Também senti nojo quando foram noticiados os desvios de dinheiro do poder público que impediram a recuperação de Nova Friburgo (RJ).  A revelação em 2012, dos desvios das doações destinadas à Cruz Vermelha, no Brasil, envergonharam a reputação de uma entidade filantrópica tão nomeada e respeitada em todo mundo.

Hoje vi uma reportagem na Record de um casal ambientalista que foi assassinado em 2011, José Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo, por defenderem a floresta amazônica. 

O negócio é tão mais lucrativo que vale a vida humana? Dinheiro ganho com sangue ou com a miséria humana traz felicidade? Conseguem dormir em paz?  

A corrupção e o oportunismo egoísta em momentos de desastre e tragédias ou em ações lucrativas desprezam a vida e devem ser denunciadas para a promoção de um mundo mais humano.

Será que estas pessoas não possuem consciência? O seu individualismo e egoísmo cegam tanto que não importa mais nada? Como são capazes de tirar vantagem com a desgraça alheia? 

Onde está a nossa compaixão e a nossa solidariedade? Onde está a nossa humanidade? Onde está o nosso respeito à vida e à condição humana? 

Estou triste, indignada e assustada com o mundo ao meu redor! 

domingo, 24 de março de 2013

Obrigada, minhas fortes plantinhas!



Que dia bom hoje! Termino o dia em paz, feliz, na cama, com um incenso pairando seu aroma pelo ar, o meu livro de cabeceira do momento: A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón ao meu lado, me esperando para degustá-lo.

Arrumar os papéis de aula, arrumar as gavetas de documentos e ainda com ânimo para ajeitar as gavetas de meias, um “bota fora” geral hoje. Na verdade, os “bota foras” sempre me acompanham de tempos em tempos, é um processo inevitável e tem que ser feito. Mas em especial, este espírito organizador solitário, porque em geral, sempre preciso de um “incentivo” da minha mãe ou irmã para fazer as “limpas” quando elas me visitam, começou na semana passada quando enfim reorganizei os livros e apostilas para doação. Assim se estendeu para uma organização na parte dos meus livros literários que mais estavam empilhados, jogados, que cuidados com o carinho que merecem.

Mas até então, tudo bem, nada de tão especial assim, até que quando o dia já estava findado para mim, já estava me preparando para descansar e relaxar, uma vontade enorme tomou conta de mim e não podia esperar nem mais uma noite. Precisa urgentemente cuidar das minhas plantinhas! Elas que sofrem com minhas ausências de viagens, descuidos da correria do dia a dia, caem no esquecimento, deixando-as apenas ao encargo da natureza cuidar, o que nem sempre é possível com este calor insuportável que nos avassalam nos últimos tempos, nada além de consequências de nossos atos de injúrias contra a Mãe Natureza.

Enfim, até havia me desistido delas quando voltei de viagem no início do ano. Estavam todas ali, sem vida. Pensei em começar um cultivo de ervas finas e alguns chás nos vasinhos. No entanto, hoje quando fui com minha colherzinha (na função de pá) e a água com vitamina para afofar suas terras, e dá-lhes um pouco de força, lá estavam elas! Um brotinho daqui, outro dali, uma pequena plantinha nascendo, tudo para me encher de mais amor, respeito e cuidado. Como são fortes estas meninas! As poucas chuvas dos últimos dias, e as minhas nada regradas regadas despertaram a força que delas emanam.

Minhas caras e doces plantinhas, eu tenho total admiração pela força de vocês. Podem encontrar-se totalmente sem a fonte que as mantém erguidas, nem o cuidado que as mantém exuberantes, mas querem viver, aproveitam cada oportunidade, cada gota de água para renascerem. E elas não renascem rancorosas, feias e amarguradas. Elas nascem ainda mais viçosas, ainda mais singelas!

Como conversei com vocês enquanto cuidava de sua terra toda dura, esquecida,  vocês me deixaram comovidas e ainda com mais vontade de cuidar e amar vocês. Delicadas, mas, sobretudo, guerreiras e exemplos para nós. Uma benção e um presente Divino!

Deixo aqui então, com uma terna emoção no coração, minha homenagem à Mãe Natureza! Uma ode a vocês, minhas lindas plantinhas!

Obs: Apesar de postar somente hoje, tive este feliz momento no dia 02/03/13, e não poderia deixar de compartilhá-lho.
Obs1: As minhas adoráveis plantinhas continuam a florescer e a cada dia tornam ainda mais belo o meu redor.